EGR projeta liberar ponte da Barra do Guaporé para veículos de passeio e pedestres entre domingo e segunda-feira
Antecipação do prazo inicialmente previsto de 30 dias ocorre em razão do avanço dos trabalhos de escoramento da estrutura, que devem ser concluídos até esta sexta-feira (28)
A ponte sobre o Rio Guaporé, na ERS-129, entre Encantado e Muçum, poderá ser liberada para pedestres e veículos leves, em sistema de pare e siga, a partir do próximo domingo (30). A informação foi repassada pelo diretor-presidente da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR).
A possível liberação antes do prazo inicialmente previsto, de 30 dias, ocorre em razão do avanço dos trabalhos de escoramento da estrutura, que devem ser concluídos até esta sexta-feira (28). Nesta etapa, um macaco hidráulico será instalado junto aos perfis metálicos utilizados para sustentar a ponte. O equipamento deverá chegar ao local da obra na tarde desta quinta-feira (27).
O macaco hidráulico permitirá retirar a tensão sobre o pilar danificado. Segundo a EGR, após a conclusão do escoramento, a estrutura terá capacidade para suportar até 300 toneladas.
Caso a liberação ocorra no domingo, a passagem será retomada menos de 20 dias após o início das obras, em 12 de agosto, quando começou a instalação do canteiro. Apesar da expectativa, o diretor-presidente ressalta que a medida ainda depende das condições encontradas nos próximos dias.
“Desde o início estamos empenhados para isso e com essa possibilidade. Não é uma confirmação, ainda dependemos da análise das condições do rio, mas estamos otimistas e trabalhando para isso”, destacou Vanacor.
Com o escoramento concluído, a empresa contratada emergencialmente pela EGR dará sequência aos trabalhos de reconstrução do pilar. O contrato para execução da obra é de aproximadamente R$ 5 milhões.
Conforme o diretor-presidente, a adoção do sistema de pare e siga durante as obras busca garantir a segurança dos trabalhadores que atuarão na reconstrução do pilar.
“A liberação intercalada (no sistema pare e siga) se deve em função do descolamento da estrutura do pilar para o escoramento. Com isso vai haver trepidação e a possibilidade de alguns restos de concreto de descolarem e atingirem os trabalhadores que estarão trabalhando na reconstrução do pilar”, explicou.
Fonte: Grupo Independente