cover
Tocando Agora:

53 litros de combustível em tanque com capacidade para 50; divergência vira caso de polícia em Lajeado

O caso curioso foi registrado na DPPA após consumidor desconfiar da quantidade de combustível cobrada em um posto da Avenida Senador Alberto Pasqualini

53 litros de combustível em tanque com capacidade para 50; divergência vira caso de polícia em Lajeado
Foto: Agência Brasil

Uma situação inusitada envolvendo o abastecimento de um automóvel acabou virando caso de polícia em Lajeado. Um motorista procurou a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) após receber uma cobrança referente a 53,13 litros de combustível, apesar de seu veículo possuir um tanque com capacidade máxima de 50 litros.


O episódio ocorreu por volta das 16h30 da última quarta-feira (14), em um posto de combustíveis localizado na Avenida Senador Alberto Pasqualini. O boletim de ocorrência foi registrado nesta quinta (15).


Conforme o relato apresentado à Polícia Civil, o motorista, de 54 anos, foi até o estabelecimento onde costuma abastecer e solicitou que o frentista completasse o tanque do veículo. Segundo ele, o automóvel ainda possuía combustível, não estando sequer na reserva.


O consumidor explicou que abastece semanalmente e mantém um controle rigoroso da quantidade de combustível utilizada, inclusive por meio de um aplicativo da rede de postos. Pelos seus cálculos, seria possível colocar, no máximo, 42 litros no tanque naquele momento.


A surpresa veio na hora de pagar a conta. Ao perceber que o valor estava acima do habitual, o motorista conferiu a nota fiscal e constatou que haviam sido registrados 53,130 litros de combustível. Ou seja, 3,13 litros a mais do que a própria capacidade total do tanque, conforme o manual do proprietário do veículo.


Desconfiado da situação, o homem questionou os funcionários do estabelecimento sobre a quantidade cobrada. Segundo consta no boletim de ocorrência, ele relatou que os trabalhadores teriam começado a rir de sua reclamação.


Ainda conforme o registro policial, o consumidor teria ouvido que poderia registrar uma ocorrência e solicitar uma aferição da bomba, mas que isso "não daria nada".


Diante da situação, o motorista decidiu procurar a Polícia Civil para formalizar o episódio. A ocorrência foi registrada como fato, em tese, atípico.


Fonte: Grupo Independente